terça-feira, 30 de novembro de 2010

Folhas caidas

Folhas caídas amareladas
Lembram um outono passado
É como o tempo da vida
A pouco e pouco limitado
Melancolicamente vamos caminhado
Num andar compassado
Deixando as nossas marcas
Num tempo acabado.
É como a brisa que passada
Levando o nosso sentir
Lamentando a tristeza
Que já se faz ouvir.
A tristeza e o sofrimento
Dos que sentem solidão
Estando sozinhos e doentes
Não encontram orientação
Neste outono da vida
Sombrio de folhas caídas
Levamos recordações
Outrora reconhecidas.
O vento sopra de mansinho
Procurando ajudar
Continua me soprando oh vento!
Tenho-te para me orientar
Somente este vazio
Sem ruídos acompanhar
Levamos nesta existência
De quem já soube amar.

Sem comentários:

Enviar um comentário